Sanções de Trump: EUA amplia ofensiva e chega a nomes do governo Lula

O governo dos Estados Unidos voltou a subir o tom contra o Brasil e anunciou novas sanções que atingiram nomes ligados ao governo de Luiz Inácio Lula da Silva. Desta vez, duas figuras relacionadas ao programa Mais Médicos tiveram seus vistos norte-americanos cancelados.

Novas sanções

  • O governo dos Estados Unidos anunciou novas sanções contra dois brasileiros, agora impedidos de entrar no país comandado por Donald Trump.
  • Os funcionários do governo brasileiro perderam seus vistos por suas atuações no Mais Médicos.
  • Segundo a administração norte-americana, o programa serviu como forma de Cuba driblar o embargo econômico dos EUA contra o país.

Em um comunicado, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, disse que o país tomou medidas contra funcionários dos governos de Brasil, Cuba, Granada e nações africanas envolvidos no programa Mais Médicos. Além disso, servidores da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) foram alvo da sanção.

No Brasil, foram sancionados Mozart Julio Tabosa Sales, atual secretário do Ministério da Saúde, e Alberto Kleiman, ex-coordenador-geral da COP30. Os dois integravam o órgão federal responsável pela saúde pública quando o programa foi implementado no Brasil.

Apesar de ter suprido a escassez de médicos em regiões remotas do Brasil, os EUA classificaram o Mais Médicos como um “esquema de exportação de trabalho forçado” por parte de Cuba.

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