Luiz Fernando morreu nesta segunda-feira (26), após passar 15 dias internado no Hospital Dom Tomás (HDT), em Petrolina, devido a problemas no fígado. Segundo familiares, o jovem aguardava transferência para Recife, onde seria submetido a uma avaliação especializada para verificar a possibilidade de um transplante hepático.
De acordo com os parentes, a equipe médica havia solicitado uma avaliação com hepatologistas, especialistas em doenças do fígado, para analisar o quadro clínico e a possibilidade de realização do procedimento. No entanto, a família afirma que a regulação para a transferência só teria sido liberada nesta segunda-feira, após a morte do paciente.
A demora relatada pela família gerou indignação e sofrimento entre os parentes, que questionam a falta de uma transferência em tempo hábil para a avaliação especializada.
“Ele morreu numa cama sem ter tido a chance de sobreviver, dependendo de uma vaga. Para quando sair, ele já estar morto”, lamentou uma prima do jovem.
A família esperava que a avaliação em Recife ajudasse a esclarecer se Luiz Fernando poderia receber um transplante de fígado. Até o momento, não foram divulgadas informações oficiais sobre a causa exata da morte, nem um posicionamento dos órgãos responsáveis sobre a regulação e a transferência.
O caso levanta questionamentos da família sobre o tempo de espera por atendimento especializado. O Blog do Didi Galvão deixa espaço para que a Secretaria de Saúde de Pernambuco e os demais órgãos envolvidos esclareçam o andamento da regulação e as circunstâncias do caso.
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