Estudantes da Escola Jacob Antônio de Oliveira divulgam nota e afirmam que mobilização busca melhorias, não ataques à gestora

Diante das recentes denúncias e manifestações envolvendo a Escola Jacob Antônio de Oliveira, nós, estudantes, viemos a público esclarecer alguns pontos importantes.

Reconhecemos que existem problemas reais na estrutura e no funcionamento da escola, que precisam ser ouvidos e solucionados. Nossa mobilização surgiu justamente da necessidade de reivindicar condições dignas de ensino, como acesso à água potável, ventilação adequada, banheiros em boas condições e uma estrutura segura para todos. Essas reivindicações dizem respeito aos nossos direitos e ao bem-estar de toda a comunidade escolar.

Entretanto, é importante esclarecer que as reivindicações dos estudantes não têm como objetivo atacar ou responsabilizar pessoalmente a atual gestora, Marciandra Lima, pelos problemas enfrentados. Nosso movimento busca melhorias para a escola, e não ataques direcionados a indivíduos.

Também consideramos importante esclarecer que, quando há falta de água na escola, a gestora costuma providenciar a compra de água mineral para atender às necessidades dos estudantes. No último episódio de falta de água, porém, ela não estava ciente da situação. Por isso, é necessário ter responsabilidade ao divulgar informações e evitar atribuir à gestão uma responsabilidade direta por acontecimentos dos quais ela ainda não tinha conhecimento.

Infelizmente, algumas manifestações ultrapassaram os limites do respeito, atingindo a gestora de maneira pessoal e envolvendo até mesmo questões familiares. Ressaltamos que essas atitudes partiram de uma minoria e não representam o posicionamento da maioria dos estudantes. Em sua grande maioria, os alunos têm buscado reivindicar seus direitos de maneira pacífica, respeitosa e consciente, sem ofensas ou ataques pessoais.

Defendemos que é possível cobrar melhorias, questionar situações e exigir providências sem desrespeitar ninguém. Reconhecer a existência de problemas na escola não significa atribuir toda a responsabilidade à atual gestão, mas compreender que as dificuldades precisam ser apuradas e enfrentadas pelos responsáveis, dentro de suas respectivas competências.

Não queremos transformar nossa luta por direitos em ataques pessoais. Queremos ser ouvidos, respeitados e ter nossas necessidades atendidas. Acreditamos que o diálogo, a responsabilidade e a união são fundamentais para construir uma realidade melhor para todos.

Por fim, reafirmamos nosso compromisso com uma mobilização pacífica, respeitosa e voltada à busca por melhorias concretas. Nossa luta não é contra pessoas, mas a favor de uma educação digna, segura e de qualidade para todos os estudantes.
Reivindicar direitos não é desrespeitar. É exercer a cidadania.

Verifique também

Bebê de 3 meses é salva de engasgo pela PRF em Petrolina

Policial realizou manobra para desobstruir as vias aéreas da menina Uma bebê de três meses …

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

planetsorare.com/pt/ bonus de cassino online