E se Miguel Coelho não for para o Senado, vai pra onde?

Todas as movimentações políticas da família Bezerra Coelho indicam um cenário com Miguel Coelho candidato a Senador, Fernando Filho candidato à reeleição de Deputado Federal e Antônio candidato à reeleição de Deputado Estadual. No entanto, as candidaturas de Fernando Filho e Antônio Coelho dependem apenas deles e de suas legendas.

Miguel estava certo de que seria o candidato a Senador de João Campos; tudo estava acertadíssimo desde a campanha de 2024. Em dezembro de 2025, o prefeito de Araripina, Evilásio Mateus, recebeu em sua residência o então prefeito do Recife, João Campos, Antônio Rueda, presidente nacional do União Brasil, e Miguel Coelho. Tudo estava acertado para que o pré-candidato do PSB anunciasse Miguel como seu pré-candidato ao Senado.

João não fez o anúncio e, de certa forma, decepcionou muita gente; outros tiveram ali a certeza de que Miguel não seria o candidato de João para o Senado Não demorou muito tempo e tudo se confirmou; o que já vinha sendo trabalhado por João Campos foi anunciado. Seus pré-candidatos ao Senado são Humberto Costa (PT), que vai disputar a reeleição, e Marília Arraes (PDT), prima de João, que está liderando todas as pesquisas até então realizadas.

Então Miguel encontrou guarita no governo de Raquel Lyra. Hoje é dado como certo que ele será um dos candidatos de Raquel para o Senado. No entanto, tem gente que ainda desconfia. Miguel foi aliado de Raquel no segundo turno das eleições de 2022, mas rompeu com ela logo no início do governo, em 2023. Até hoje ninguém sabe o motivo da ruptura, apenas que os dois estão juntos novamente e vêm se apresentando por todas as regiões do Estado.

O que muitos perguntam e, de certa forma, faz sentido, é quanto ao futuro político de Miguel Coelho. Levando em consideração que ele não seja o candidato a Senador de Raquel Lyra, qual seria a decisão dele já para o pleito deste ano? Seria Miguel candidato a Deputado Federal junto com o irmão Fernando Filho? Miguel poderia ainda tentar retornar para a casa onde tudo começou, que é a Assembleia Legislativa de Pernambuco.

Nas eleições de 2014, o ano da tragédia que ceifou a vida de Eduardo Campos, foram candidatos Fernando Bezerra Coelho para o Senado, que foi eleito; Fernando Filho à reeleição de Deputado Federal, que foi eleito para o 3º mandato; e ainda Miguel Coelho para Deputado Estadual. Em 2016, Miguel foi eleito prefeito de Petrolina com quase 39% dos votos; já em 2020 foi reeleito com expressiva votação, alcançando mais de 76% dos votos.

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