O radialista Sérgio Lopes defendeu a criação de uma legislação municipal em Petrolina para conscientizar a população e responsabilizar quem descarta materiais cortantes de forma inadequada, colocando em risco a integridade física dos profissionais da limpeza urbana.
Segundo Sérgio Lopes, objetos como vidros quebrados, agulhas, lâminas e outros materiais perfurocortantes não devem ser descartados diretamente em sacolas de lixo. A recomendação é que esses materiais sejam acondicionados em recipientes mais seguros, como caixas de papelão ou garrafas PET, antes de serem destinados à coleta.
O comunicador destacou que esses recipientes são de fácil acesso à população, citando como exemplos caixas de leite e garrafas plásticas, que podem ser reutilizadas para evitar acidentes durante o recolhimento do lixo.
“Quando esse material é colocado apenas dentro de uma sacola, oferece um grande risco aos profissionais da limpeza. O descarte incorreto deveria gerar punições para quem pratica esse ato de irresponsabilidade”, afirmou.
Como forma de ampliar a proteção aos trabalhadores da coleta urbana, Sérgio Lopes sugeriu à Câmara de Vereadores de Petrolina a elaboração de um projeto de lei que obrigue o responsável pelo descarte inadequado a custear o tratamento médico do profissional que venha a se ferir com o material cortante.
A proposta prevê que, caso seja comprovado que o objeto foi descartado de forma irregular, sem a devida proteção em recipiente adequado, o responsável arque com os custos decorrentes do atendimento e tratamento do trabalhador lesionado.
A sugestão levanta um debate importante sobre educação ambiental, responsabilidade social e valorização dos profissionais responsáveis pela limpeza pública, que diariamente estão expostos a diversos riscos durante a execução de suas atividades.
Blog do Didi Galvão

