Uma moradora identificada como Thalia, residente na comunidade indígena Tumbalalá, no território de Abaré, denunciou dificuldades no acesso ao atendimento de saúde para o próprio filho.
Segundo o relato, a criança apresentava febre alta, chegando a cerca de 40 graus, além de dores e mal-estar, quando foi solicitado um veículo para encaminhamento à unidade de saúde. No entanto, de acordo com a mãe, o transporte não foi disponibilizado sob a justificativa de que o caso não era considerado prioridade.
A situação gerou indignação, levando a mãe a questionar os critérios adotados para atendimento e transporte de pacientes, especialmente dentro das comunidades indígenas. Ela também cobra esclarecimentos do Polo Base de Juazeiro sobre os direitos da população indígena no acesso à saúde.
Ainda segundo a denunciante, a negativa do transporte coloca em risco a saúde da criança e levanta preocupações sobre a assistência prestada na região. A família aguarda um posicionamento das autoridades responsáveis e a adoção de medidas que garantam atendimento adequado e digno à comunidade.
Blog do Didi Galvão

