A desaprovação chegou a 54%, dois pontos percentuais a mais do que em fevereiro, e a aprovação oscilou de 47% para 46%
Com informações do Portal ‘O Antagonista’
Pesquisa AtlasIntel/Bloomberg divulgada nesta quarta-feira, 25, indica que a aprovação do presidente Lula segue em queda livre. A desaprovação chegou a 54%, dois pontos percentuais a mais do que em fevereiro, e a aprovação oscilou de 47% para 46%.
O governo é avaliado como ruim e péssimo por 50% dos consultados, dois pontos percentuais a mais do que na última pesquisa, no mês passado. O número de pessoas que consideram o governo ótimo ou bom caiu de 43% para 41% no mesmo período, e 10% consideram a gestão regular.
A pesquisa ouviu 5.028 pessoas de 18 a 23 de março e tem margem de erro de um ponto percentual para mais ou para menos.
O petista perderia numericamente nas disputas de segundo turno contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), por 47,6% a 46,6%, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), por 47% a 46,8%, o próprio Bolsonaro, por 47,4% a 46,6%, e o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), por 47,2% a 46,3%.
Todos esses cenários configuram empates técnicos, pois estão dentro da margem de erro. Mas Flávio, que estava empatado com Lula na última pesquisa, com 46,3% a 46,2%, agora aparece se descolando, com um ponto percentual de diferença.
REJEIÇÃO
O petista é o mais rejeitado entre os candidatos considerados, por 52% dos eleitores. Flávio, seu principal adversário, é rejeitado por 46,1%.
Os eleitores também responderam à seguinte pergunta: “Pensando no futuro do país no contexto das eleições presidenciais deste ano, qual dos seguintes resultados possíveis te causa mais medo ou preocupação?”
A opção “a reeleição do presidente Lula” foi escolhida por 47,4%, e 44,5% optaram por “a eleição de Flávio Bolsonaro”. Outros 7,4% marcaram “ambos me preocupam igualmente”.
Flávio se destaca em relação a Lula na comparação entre os dois nos quesitos impostos/carga tributária, criminalidade e tráfico de drogas e equilíbrio fiscal e controle de gastos.
O petista só vence o senador no quesito pobreza e desigualdade social, e empata em educação.
Blog do Didi Galvão

