A partir deste mês, cerca de 16 milhões de brasileiros passam a ser beneficiados diretamente com a isenção total do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil por mês e com a redução do imposto para trabalhadores com renda mensal entre R$ 5 mil e R$ 7.350. A medida, sancionada em novembro pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, faz parte da política do Governo do Brasil de corrigir distorções do sistema tributário, fortalecer o poder de compra da população e estimular a economia.
Em vídeo publicado nas redes sociais, Lula destacou que a mudança já começa a ser sentida diretamente no contracheque dos trabalhadores, e representa um ganho significativo ao longo do ano. “Você vai economizar o equivalente a quase R$ 4.800 por ano. Significa quase um décimo quarto salário para você. Então vai sobrar mais dinheiro no final do mês”, disse.
Ao conversar com trabalhadores no vídeo, Lula reforçou o impacto da medida na vida cotidiana das famílias. “Isso é comida na mesa, mais tranquilidade dentro de casa e dignidade”, afirmou. Em outro momento, destacou que a política é resultado de uma decisão clara de governo. “É o primeiro passo que a gente está dando, porque não é correto pagar Imposto de Renda pelo salário que a pessoa ganha”, completou.
SALTO DE QUALIDADE – A ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda integra um conjunto de ações do Governo do Brasil voltadas à valorização do trabalho e à redução das desigualdades. Em declaração anterior sobre o tema, o presidente Lula destacou que o país reúne as condições necessárias para avançar. “Temos todas as condições de dar um salto de qualidade na economia brasileira, cuidando das pessoas e promovendo desenvolvimento com inclusão”, afirmou.
Com a nova regra, milhões de brasileiros deixam de pagar Imposto de Renda ou passam a contribuir menos, o que representa mais renda disponível para consumo, investimento familiar e melhoria da qualidade de vida. A medida reforça o compromisso do Governo do Brasil com um modelo de crescimento que coloca as pessoas no centro das decisões.
Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República
Blog do Didi Galvão

