Posicionamento do presidente brasileiro em relação ao caso do colega venezuelano não poderia ser diferente, levando em consideração seu histórico político com aliados pelo mundo.
O presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), tem histórico de lealdade aos amigos da esquerda pelo mundo. Em 2007 aconteciam no Brasil os Jogos Pan-Americanos, quando um episódio envolvendo boxeadores cubanos chamou a atenção. Os boxeadores cubanos Guillermo Rigondeaux e Erislandy Lara fugiram da concentração de seu país durante os Jogos Pan-Americanos de 2007.
Os cubanos foram capturados pela Polícia Federal do Brasil e devolvidos ao governo ditatorial de Cuba. Depois disso, ninguém sabe notícias sobre os atletas do país comandado pela família Castro. Em 2014, outra situação parecida e mais uma vez envolvendo cubanos; dessa vez foi com uma médica que resolveu tentar se libertar da ditadura de seu país de origem.
Presidente Lula também foi complacente com a ex-primeira-dama peruana Nadine Heredia, que foi condenada por prática de corrupção e resgatada pelo governo brasileiro em voo especial da FAB. O petista não mede esforços para socorrer seus companheiros; por essa razão, o mundo vive expectativa quanto aos próximos passos de Lula para ajudar o amigo Maduro.
Blog do Didi Galvão

