O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), já havia autorizado a quebra dos sigilos bancário e fiscal de Fábio Luis Lula da Silva, conhecido como “Lulinha”, filho do presidente Lula (PT), antes do pedido da CPMI do INSS, aprovado nesta quinta-feira (26). O magistrado atendeu a um pedido da Polícia Federal (PF).
O pedido da PF integra investigação que apura descontos indevidos aplicados a benefícios de aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). O nome de Lulinha foi citado em uma das fases da Operação Sem Desconto, que apura supostos desvios no âmbito do INSS.
No âmbito da CPMI, o requerimento para quebra de sigilos partiu do relator, deputado Alfredo Gaspar (União-AL), e enfrentou resistência de parlamentares governistas. O colegiado sustenta que mensagens interceptadas pela PF indicariam pagamentos associados ao esquema investigado, o que motivou a ampliação das diligências.
Blog do Didi Galvão

