Série Petrolina 131 anos resgata as memórias sobre monumentos que ajudam a contar a história, a identidade e as transformações do município
Quem passa pela Orla de Petrolina certamente já viu uma grande esfera metálica que se destaca na paisagem às margens do Rio São Francisco. A estrutura se tornou um dos cartões-postais da cidade. Mas você sabe o que ela representa? O Monumento do Milênio, conhecido popularmente como “O Globo”, é o personagem desta semana da série “Petrolina 131 anos: Monumentos que contam a história da cidade”.
Instalado na Porta do Rio, na Orla de Petrolina, o monumento foi inaugurado entre os anos de 1999 e 2000, marcando simbolicamente a chegada do município a um novo milênio. A obra é de autoria do artista Stênio Nunes Pereira. Com aproximadamente 25 metros de altura e 20 metros de diâmetro, a grande esfera metálica se destaca na paisagem da Orla e pode ser observada por quem circula pela região. Mais do que uma estrutura arquitetônica, o monumento passou a integrar o cotidiano e o imaginário dos petrolinenses.
A escolha do formato de um globo dialoga diretamente com a ideia de um novo tempo e com a perspectiva de Petrolina diante do futuro. Ao mesmo tempo, sua localização às margens do São Francisco estabelece uma relação singular entre a cidade, o rio e o mundo.
Por isso, uma das formas de representar o monumento é justamente como “o Globo que olha para o Velho Chico”. De um lado, a esfera remete ao mundo e às possibilidades de um novo século; de outro, está voltada para um dos maiores símbolos da história, da cultura e do desenvolvimento de Petrolina: o Rio São Francisco.
O Monumento do Milênio também integra um dos espaços mais visitados e fotografados da cidade. A Porta do Rio se tornou um ponto de encontro, lazer e contemplação, reforçando a relação dos petrolinenses com o Velho Chico e contribuindo para a valorização da paisagem urbana e turística do município.
Ao resgatar a história do “Globo”, a série “Petrolina 131 anos: Monumentos que contam a história da cidade” convida moradores e visitantes a olhar novamente para espaços e estruturas que fazem parte da paisagem cotidiana, mas que carregam significados importantes sobre diferentes momentos da trajetória de Petrolina.
Ascom – PMP
Blog do Didi Galvão

