A interdição da ponte sobre o Rio Brígida, localizada na BR-428, na altura do km 43, próximo ao município de Orocó, continua provocando transtornos para moradores, produtores rurais, comerciantes e motoristas que dependem da rodovia para o deslocamento entre Orocó, Cabrobó, Santa Maria da Boa Vista e outras cidades do Sertão de Pernambuco. A estrutura foi interditada no dia 24 de agosto e, até esta quinta-feira (11), os usuários seguem dependendo de rotas alternativas enquanto as obras do desvio oficial avançam.
Em comentário realizado no local, Didi Galvão destacou que o DNIT, órgão vinculado ao Ministério dos Transportes, é responsável pela intervenção e cobrou maior agilidade na execução do desvio. Segundo relatos apresentados por produtores rurais e comerciantes da região, a interdição sem uma alternativa adequada de trafegabilidade tem causado prejuízos e dificuldades para o transporte de pessoas, mercadorias e produção. Os desvios atualmente utilizados são considerados ruins pelos usuários e têm aumentado o tempo dos deslocamentos.
Durante a visita à ponte, foi possível observar a movimentação de máquinas, equipamentos e trabalhadores na construção do desvio alternativo. Didi Galvão questionou, porém, o planejamento da intervenção e defendeu que a estrutura provisória tivesse sido iniciada antes da interdição total da ponte. Para ele, uma preparação antecipada poderia ter evitado que a região enfrentasse os impactos provocados pela interrupção do tráfego.
Diante dos transtornos, também foi defendida a atuação do Ministério Público para solicitar ao DNIT informações sobre o processo de interdição, o cronograma para conclusão do desvio e os impactos provocados à população e à economia regional. A expectativa dos moradores, produtores e comerciantes é que o Governo Federal, por meio do Ministério dos Transportes e do DNIT, acelere os trabalhos e restabeleça uma alternativa segura e adequada de trafegabilidade o mais rápido possível.
Blog do Didi Galvão

