Olá, você que acompanha o Blog do Didi Galvão. Hoje é quinta-feira, 23 de julho de 2026. Estamos na Câmara Municipal de Petrolina, que hoje não realiza sessão legislativa, mas aproveitamos a oportunidade para falar de um tema que domina o cenário político nacional: a corrida pela Presidência da República.
Tudo indica que, mais uma vez, o Brasil viverá uma disputa polarizada. Em 2018, o confronto foi entre Jair Bolsonaro e Fernando Haddad, então candidato apoiado por Luiz Inácio Lula da Silva. Bolsonaro venceu. Em 2022, Lula enfrentou o próprio Bolsonaro e saiu vitorioso. Agora, o cenário aponta para uma nova polarização, desta vez entre Lula e Flávio Bolsonaro, caso as candidaturas sejam confirmadas.
O que chama a atenção, porém, é o tom das discussões que vêm marcando este período de pré-campanha. Recentemente, o pré-candidato Flávio Bolsonaro voltou a fazer declarações sobre o sistema eleitoral e as urnas eletrônicas, tema que também esteve no centro do debate durante as eleições de 2022.
Nesse contexto, faço uma observação respeitosa ao senador Flávio Bolsonaro. Se ainda não conhece profundamente o ensinamento contido em Tiago 3:2, vale a pena refletir sobre ele. Certamente pessoas próximas, como Michelle Bolsonaro, o pastor Silas Malafaia ou o deputado e pastor Marco Feliciano, conhecem bem essa passagem bíblica e podem explicar seu significado. O texto trata da importância do cuidado com as palavras e do domínio da própria língua.
A política exige firmeza de posições, mas também responsabilidade nas declarações. Afinal, cada palavra dita durante uma campanha tem potencial para influenciar o debate público e a percepção do eleitorado.
A campanha eleitoral ainda nem começou oficialmente. Até lá, muito ainda poderá acontecer. O eleitor continuará acompanhando atentamente os posicionamentos dos pré-candidatos, avaliando propostas, discursos e comportamentos antes de tomar sua decisão nas urnas.
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