Pernambuco gera 5,8 mil empregos com carteira assinada em maio

Pernambuco gerou 5.894 empregos formais em maio de 2026, segundo dados do Novo Caged divulgados nesta terça-feira (30/6) pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Quatro dos cinco grandes grupos de atividades econômicas pesquisadas registraram saldo positivo no estado pernambucano no quinto mês do ano. O setor de Serviços foi o que mais gerou empregos formais, tendo fechado o mês com saldo positivo de 3.354 vagas. Em seguida aparecem a Indústria, com saldo de 1.513 postos, a Construção (806) e o Comércio (267). Apenas a Agropecuária registrou saldo negativo, com -46 postos.

MUNICÍPIOS – Recife foi o município pernambucano com maior saldo de empregos formais em maio, com 1.214 novas vagas com carteiras assinadas. Em seguida aparecem as cidades de Petrolina (823), Jaboatão dos Guararapes (515), Caruaru (417) e Sirinhaém (344).

GÊNERO – No recorte por gênero, as mulheres tiveram maior saldo positivo em maio em Pernambuco. Levando-se em conta as admissões e os desligamentos, os saldos apontam resultado positivo de 3.192 postos com carteira assinada preenchidos por mulheres e 2.702 vagas em relação aos homens.

FAIXA ETÁRIA E INSTRUÇÃO – No que diz respeito à faixa etária, o maior saldo dos postos gerados em Pernambuco no período foi de vagas ocupadas por jovens de 18 a 24 anos, que preencheram 4.139 postos formais. Na análise sobre grau de instrução, o maior saldo dos vínculos no estado em maio foi de pessoas com ensino médio completo, que preencheram 4.360 vagas.

NACIONAL – O mercado de trabalho brasileiro gerou 72.960 novos empregos com carteira assinada em maio de 2026. O resultado é fruto de 2,20 milhões de admissões e 2,13 milhões de desligamentos. No acumulado do ano, de janeiro a maio de 2026, o país criou 767.326 novas vagas formais, representando um crescimento de 1,6%. Nos últimos 12 meses, no recorte entre junho de 2025 e maio de 2026, o saldo é de 1.132.820 novos empregos com carteira assinada gerados no país.

GRUPOS ECONÔMICOS – No quinto mês do ano, os cinco grandes grupamentos de atividades econômicas registraram saldos positivos. O setor de Serviços liderou, com a abertura de 45.655 postos. O grupo foi impulsionado principalmente por atividades de Saúde Humana e Serviços Sociais (14.478); Atividades Administrativas e Serviços Complementares (11.413); e de Transporte, Armazenagem e Correio (6.227). Em seguida aparecem os setores da Construção (12.096), da Agropecuária (10.205), da Indústria (4.974) e do Comércio (40).

UNIDADES DA FEDERAÇÃO – Em maio deste ano, 22 das 27 unidades da Federação registraram saldo positivo. Os destaques foram para São Paulo, com 18.224 novos empregos formais, Espírito Santo (9.532) e Rio de Janeiro (9.195). O crescimento proporcional do emprego formal foi liderado pelo Espírito Santo, que registrou variação positiva de 1,02%, seguido pelo Acre, com alta de 0,77%, e o Piauí, que apresentou expansão de 0,53%.

REGIÕES – Quatro das cinco regiões do país apresentaram desempenho positivo na geração de empregos formais em maio. O Sudeste lidera, com 45.873 novos postos, seguido do Nordeste (23.351); Norte (5.061) e Centro-Oeste (2.016). Apenas a região Sul, com -4.109 vagas, apresentou saldo negativo.

GRUPOS POPULACIONAIS – No recorte populacional, as mulheres ocuparam, em maio, a maioria das vagas formais geradas no país. Elas foram responsáveis por um saldo de 51.848 vagas, enquanto os homens fecharam o mês com 21.112 postos de saldo. A faixa etária com maior saldo positivo foi aquela entre 18 anos a 24 anos, com 71.900 postos. No recorte por escolaridade, pessoas com ensino médio completo apresentaram o maior saldo, com 60.509 postos. Na análise por por raça, os maiores saldos foram registrados entre os partdos (63.396), com os pretos tendo fechado o mês com 16.136 de saldo e brancos com 4.461.

SALÁRIOS – O salário médio real de admissão em maio foi de R$ 2.384,10. Em comparação com o mesmo mês do ano anterior, o que desconta mudanças decorrentes da sazonalidade do mês, o salário médio registrou no quinto mês deste ano um aumento de R$ 35,98 (+1,5%). Para os trabalhadores considerados típicos, o salário real de admissão foi de R$ 2.428,13 (1,85% mais elevado que o valor médio), enquanto para os trabalhadores não típicos foi de R$ 2.055,88 (13,77% menor que o valor médio).

Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República

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