Curta e grossa da política: PL de Pernambuco está mais perdido do que cego em tiroteio

Quando você analisa os números da eleição de 2022 em Pernambuco, é possível chegar à conclusão de que o PL se saiu muito bem em termos de quantitativo de votos. Anderson Ferreira foi o terceiro mais votado entre os candidatos a governador, ficando atrás de Raquel Lyra, a segunda colocada, com apenas 119 mil votos.

Já o candidato ao senado Gilson Machado foi bem melhor que o candidato a governador. Gilson foi o segundo mais votado, saiu das urnas com 1.320.555 votos, 753 mil votos a mais que André de Paula, que foi o terceiro colocado e candidato de Marília. Os números comprovam a performance da majoritária do PL em Pernambuco, com seus candidatos obtendo expressivas votações.

Diferentemente do que aconteceu em 2022, o PL deve chegar em 2026 bastante fragilizado. Gilson Machado já anunciou que vai deixar a legenda, uma vez que gostaria de disputar novamente a candidatura de senador e não há espaço. Outra situação nada confortável para o PL de Pernambuco, não sabe quem apoiar para governador.

Não bastasse todas essas situações em relação a possíveis majoritárias, o PL também não fala a mesma língua quando o assunto é candidaturas proporcionais. No principal colégio eleitoral do sertão do estado, dois líderes da legenda vivem como cão e gato. Lara Cavalcante trabalha a ideia de candidatura para deputada estadual. O único vereador do partido em Petrolina disse que vai sair para federal, com ele de um lado e Lara do outro.

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