A Biblioteca Popular de Casa Amarela Jornalista Alcides Lopes completa, nesta quarta (28) de janeiro, 74 anos de serviços prestados à população do Recife, consolidando-se como um dos mais relevantes equipamentos culturais da Zona Norte da cidade.
Implantada na década de 1950 pela Prefeitura do Recife, a biblioteca foi autorizada pela Lei nº 436/1949 e teve projeto do arquiteto Heitor Maia Neto. Desde então, mantém presença contínua no território, acompanhando transformações urbanas e sociais e garantindo acesso público ao conhecimento.
A programação comemorativa acontece no salão principal da Biblioteca, a partir das 15h, com abertura conduzida pela gestora Juraceia Arruda, seguida de fala do secretário Túlio Arruda, titular da Secretaria de Cidadania e Cultura de Paz (Secpaz), responsável pela administração da Rede de Bibliotecas pela Paz. “Quando o poder público mantém equipamentos abertos, atualizados e conectados ao território, está a fazer uma escolha clara: investir em cidadania todos os dias”, afirma Túlio Arruda, secretário da Secpaz.
Para a gestora Juraceia Arruda, o aniversário marca a vitalidade do espaço: “A Biblioteca segue em movimento, com leitores de diferentes gerações e uma programação que dialoga com a história e com o presente de Casa Amarela”.
Às 15h10, a historiadora Pollyana Calado de Freitas ministra a palestra “História do território – a Biblioteca Popular como Patrimônio Cultural”. O encerramento, às 16h, fica por conta do grupo de capoeira do Compaz Eduardo Campos.
Requalificada em 2016 e integrada à Rede de Bibliotecas Pela Paz, a unidade possui hoje um acervo de cerca de 14 mil volumes. Em 2025, registou 13.770 atendimentos, com média mensal de 1.200 usuários, confirmando a forte procura da população por serviços culturais públicos no território.
Blog do Didi Galvão

