Manter o pagamento dos servidores em dia é uma das atitudes mais importantes de uma prefeitura. Quando o funcionário sabe exatamente o dia em que vai receber, ele consegue se organizar, pagar contas, fazer compras e manter suas despesas em ordem. Isso traz tranquilidade para quem trabalha e garante respeito a um direito básico.
O salário pago em dia também ajuda diretamente o comércio local. Em cidades pequenas do interior, grande parte do dinheiro que circula vem da folha de pagamento da prefeitura. Quando os salários entram na data certa, o comércio vende mais, os empresários se sentem seguros para vender a prazo e a economia da cidade continua aquecida.
Outro ponto importante é o acesso ao crédito. Servidores que recebem em dia têm mais facilidade para conseguir empréstimos e financiamentos nos bancos, já que passam confiança. Isso ajuda o trabalhador e movimenta ainda mais o comércio e os serviços do município.
Quando o salário atrasa, o prejuízo é geral. O servidor se endivida, o comércio perde vendas e a economia da cidade enfraquece. Um problema que começa dentro da prefeitura acaba atingindo toda a população. Por isso, pagar o salário em dia não é favor, é obrigação. Prefeituras que mantêm a folha em ordem mostram organização, responsabilidade e respeito com quem trabalha e com a cidade.
Um retrato claro de como a economia local aquecida se reflete no dia a dia das cidades são as grandes festas populares do interior. Festivais como os de janeiro em Orocó e Ouricuri, o São João de Petrolina, o São Pedro e as festividades de setembro em Cabrobó, além de feiras e eventos em Granito e Terra Nova, e a tradicional Serenata da Recordação em Santa Maria da Boa Vista movimentam o comércio, geram renda, atraem visitantes e fortalecem a cultura local, mostrando que quando há dinheiro circulando, a cidade cresce.
No fim das contas, salário em dia significa direito garantido para o servidor e mais dinheiro circulando no município. É uma atitude simples, mas que faz muita diferença na vida das pessoas e no desenvolvimento das cidades do interior.
Blog do Didi Galvão

